Dr Felipe,

Gostaria de solucionar uma dúvida. Qual o procedimento para realizar o teste de Mitchell lombar para diagnóstico de disfunções em ERS e FRS? Os mesmos parâmetros avaliativos e resultados se aplicam para o teste de Mitchell na coluna cervical?
Obrigado

Um abraço.

Dúvida

Uma ideia sobre “Dúvida

  • 2 de julho de 2011 em 21:30
    Permalink

    Olá Leonardo,

    Eu particularmente não utilizo o teste de Mitchell, utilizo outros testes, mas em relação ao teste de Mitchell, é necessário avaliar a palpação dos processos transversos em posição neutra, em posição de flexão lombar (sentando sobre os pés/calcanhares) e em posição de extensão (posição de esfinge). Se o paciente apresenta uma posterioridade a direita em posição neutra por exemplo, nós avaliamos nas posições de extensão e de flexão; se na posição de extensão a posterioridade permanece e na flexão a posterioridade desaparece, temos uma FRS a direita (lesão divergente),ou seja, em desimbricação de facetas; se na posição de flexão permanece e na extensão a posterioridade desaparece, temos uma lesão ERS a direita (lesão convergente), ou seja, em imbricação de facetas.

    Para a região cervical eu utilizo alguns testes da Cinesiologia Aplicada (Apllied Kinesiology) , que me indica qual o nível que está em fixação e logo após realizo testes de rotação, no caso de uma fixação ema cervical alta e de inclinação nas fixações de cervical baixa. Se for em cervical alta, normalmente são lesões articulares, ERS (imbricação ou convergência), devido a própria anatomia e mecânica cervical alta. Em casos de cervical baixa, normalmente são lesões discais ou FRS (divergência). Quando faço a correção, para cervical alta normalmente utilizo as manobras em rotação e para cervical baixa em lateralidade .

    Isso não impede de avaliar de outras forma, poderia realizar o Mitchell na cervical também.

    Quaisquer dúvidas entre em contato.

    Abraços,

    Dr. Felipe

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