- Schwartzer et al. (1995) observaram que dor na virilha era constantemente associada a transtornos sacroilíacos identificados por bloqueio anestésico e técnicas de ressonância magnética. Entretanto, os autores não especificaram se a dor era abaixo, acima ou na virilha;

 

- De todos os testes físicos que podem ser usados ara examinar a articulação sacroilíaca, apenas dois, se realizados adequadamente, envolvem esta articulação sem envolver a coluna inferior (Grieve, 1980). O primeiro teste envolve mover os ílios sincronizadamente de modo a produzir um efeito de abertura da superfície anterior das duas articulações sacroilíacas e, a seguir, abertura das superfícies posteriores; o segundo teste envolve pressão direta sobre o sacro e ílio adjacente em uma tentativa de reproduzir os sintomas do paciente.            

 

- Grieve propôs que essa articulação, juntamente com as demais regiões da coluna que atuam como áreas de transição, é de vital importância na compreensão dos problemas da articulação vertebral. Esse nível de importância é talvez surpreendente, porque os impedimentos pélvicos isolados são raros. Contudo, as descobertas de disfunção da articulação sacroilíaca parecem ser comuns, e a literatura está repleta de técnicas de intervenção que visam à correção das disfunções pélvicas. Isso pode ser explicado pelo fato de que, além de produzir dor, as articulações pélvicas muitas vezes podem referir dor.